vida de garanhão

 

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Rio Verde - Garanhão da raça Mangalarga Marchador


Monumento do Rio Verde com uma placa: "Entre todos o mais inteligente; montado, o melhor; como reprodutor, incomparável". Nasceu em 1926 e morreu em 1957.

Rio Verde não foi cria da Fazenda Campo Grande, linhagem "Passa Tempo", onde chegou ainda potro, no ano de 1928, recebido pelo Cel. Gabriel Andrade de presente, dado pelo amigo José Octavio Carneiro, na época, destacado criador no sul de Minas, em Conceição do Rio Verde. Por um descuido, Rio Verde foi vendido antes de ter sido testado na reprodução. Como Rio Verde era a melhor montaria da fazenda, o Cel. Gabriel gostava de oferecê-lo para as visitas montarem. Porém, cavalo árdego e muito sensível, Rio Verde não aceitava comandos inexperientes. Após a queda de um amigo, o Cel. Gabriel se aborreceu e resolveu vender Rio Verde. Quando sua primeira e única prole nasceu, foi um espanto geral. Bolivar de Andrade (filho caçula do Cel. Gabriel) de imediato disse: "Reprodutor igual ao Rio Verde, somente outro Rio Verde". Durante alguns anos a familia e amigos procuraram sem sucesso pelo paradeiro do Rio Verde. Quando esperanças já não existiam, um telefonema de um amigo trouxe notícias animadoras. Um cavalo castanho escuro, preenchendo a descrição do Rio Verde, foi visto no extremo nordeste do Estado, divisa com a Bahia, nas mãos de um cigano, servindo, até mesmo, como animal de carroça. Bolivar enviou um amigo para conferir, levando um cheque assinado em branco. Era mesmo o Rio Verde. Após nove anos, finalmente tinha sido encontrado. Havia sido vendido por 2 contos e oitocentos mil réis. Foi readquirido por 3 contos de réis. Assim, Rio Verde retornou, para desempenhar a mais nobre das funções: estruturar definitivamente a base genética da tradicional linhagem Passa Tempo e consolidar a trajetória gloriosa dos exemplares "marca F". Rio Verde morreu aos 31 anos de idade, deixando cinco éguas prenhes. Morreu de parada cardíaca, logo após servir uma das éguas. Por iniciativa futura e oportuna de Márcio Andrade (sucessor de Bolivar de Andrade) um monumento do Rio Verde foi erguido em frente à casa sede da Fazenda Campo Grande, com todas as medidas lineares, em cuja placa encontram-se gravadas as seguintes palavras: "Entre todos o mais inteligente; montado, o melhor; como reprodutor, incomparável" Nasceu em 1926 e morreu em 1957.


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